Folia de Reis de Santana de Parnaíba é marcada por tradição, fé e alegria em celebração popular
Em Santana de Parnaíba, a tradicional Folia de Reis segue reunindo moradores e visitantes em uma celebração simbólica do calendário religioso e cultural da cidade. A festa, que remonta a uma tradição secular, foi realizada, na última terça-feira (6/1), com muita alegria, música, danças e palavras de fé, mantendo viva uma das manifestações mais importantes do período pós-Natal.
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Novo parque com mais de 200 espécies animais poderá ser visitado a partir de 2026 em São Paulo
O estado de São Paulo se prepara para ganhar uma nova área de conservação de grande relevância ambiental. Um parque com vasta biodiversidade abrirá ao público em 2026.
Localizado entre os municípios de Cotia e Ibiúna, o espaço promete unir preservação, pesquisa científica e educação ambiental em um dos últimos grandes remanescentes de Mata Atlântica da região.
Um novo refúgio de biodiversidade paulista
O Parque Estadual Morro Grande foi oficialmente criado e ocupará uma área superior a 10 mil hectares. O território abriga uma das florestas mais bem preservadas do cinturão verde paulista.
Estudos indicam a presença de mais de 200 espécies de animais e plantas. Entre elas estão aves raras, árvores centenárias e mamíferos sensíveis à ação humana.
A diversidade biológica é um dos principais destaques do parque. A ocorrência de espécies indicadoras de qualidade ambiental reforça a importância da proteção integral da área.
Além da fauna e flora, o parque preserva corredores ecológicos essenciais. Eles garantem a circulação de animais e o equilíbrio dos ecossistemas locais.
Papel estratégico para a água e o clima
O Morro Grande também exerce função crucial na segurança hídrica. Suas nascentes alimentam o rio Cotia, importante para o abastecimento da Grande São Paulo.
A proteção da vegetação contribui para a regulação do clima regional. A floresta ajuda a reduzir ilhas de calor e a manter a umidade do solo.
A gestão ficará sob responsabilidade da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística. O foco será o uso sustentável aliado à conservação permanente.
Visitação controlada e educação ambiental
A abertura ao público está prevista para o primeiro semestre de 2026. O acesso será planejado para evitar impactos negativos sobre a fauna e a flora.
Trilhas ecológicas e roteiros educativos serão implantados de forma gradual. A ideia é aproximar a população da natureza sem comprometer o equilíbrio ambiental.
Atividades comerciais e exploração econômica não serão permitidas. O modelo adotado prioriza a proteção integral e o uso científico e pedagógico.
Fonte: Correio do Estado
‘Investimos R$ 20 milhões em tecnologia para ter vinho premium no Brasil’, diz CEO da Vinícola Góes
A mesma uva pode custar pouco em uma região e virar artigo de luxo em outra — não porque mudou a fruta, mas porque mudou a origem, o método e a reputação que vêm junto. É essa diferença de valor que a Vinícola Góes quer capturar para o Sudeste brasileiro e levar para o mundo, segundo Claudio Góes, CEO da Vinícola Góes.
“Já podemos dizer que somos competentes. Agora nos resta sermos competitivos”, afirma.
Para isso, o CEO afirma ter investido cerca de R$ 20 milhões exclusivamente em tecnologia na última década — do manejo no campo à vinificação — sem contar os aportes na expansão de plantio.
Com sede em São Roque, interior de São Paulo, o grupo envasou 7 milhões de litros em 2024 e prepara um salto em produtos de maior valor agregado: a meta é crescer 30% em vinhos premium em 2026, além de avançar de 10% a 15% no portfólio tradicional.
“Não é preço que vende, mas sim a qualidade”, diz o CEO, que acredita que o Brasil pode quebrar o paradigma de que vinho bom precisa ser importado.
Da tradição familiar à virada tecnológica no Sudeste
A história da vinícola se confunde com a da própria viticultura na região. Góes relembra que o bisavô, Benedito de Góes, era produtor rural e ro e aprendeu a trabalhar com uvas a partir do contato com a imigração italiana no fim do século 19.
“O negócio nasceu de forma pequenininha, muito artesanal, bastante caseiro, até a primeira vinícola formalmente estabelecida em 1946”, diz o atual CEO.
Décadas depois, com o crescimento da família, houve uma divisão, e o avô de Claudio recomeçou nos anos 1960 — um “reset” que, para o CEO, é parte do DNA empreendedor do grupo.
Quando Claudio assumiu a liderança, no fim dos anos 1980, a missão era dupla: profissionalizar a empresa e recuperar a credibilidade do vinho local.
“São Roque passou por um momento bastante difícil nos anos 80 e início dos anos 90”, diz. “A imagem do vinho de São Roque tinha sido bastante arranhada.”
Na visão dele, a virada exigiu um pacote completo: “O todo era produto, posicionamento no mercado, novas embalagens e requalificação da parte técnica da enologia.”
Nesse processo, ele destaca a evolução do capital humano dentro da própria família.
“A gente começou a incutir o senso profissional e especialização profissional”, afirma. “Temos agrônomos da família, enólogos e engenheiro químico
A formação técnica, segundo Claudio, virou regra inclusive na sucessão. “Todas as gerações têm formação profissional. É requisito.”
Com sede em São Roque, interior de São Paulo, o grupo envasou 7 milhões de litros em 2024 e prepara um salto em produtos de maior valor agregado: a meta é crescer 30% em vinhos premium em 2026
Este é um trecho original publicado em Exame.com. Leia a matéria completa em https://exame.com/negocios/investimos-r-20-milhoes-em-tecnologia-para-ter-vinho-premium-no-brasil-diz-ceo-da-vinicola-goes/?utm_source=copiaecola&utm_medium=compartilhamento
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