Novo parque com mais de 200 espécies animais poderá ser visitado a partir de 2026 em São Paulo
Publicado em:
2 de janeiro de 2026 às 16:10:36

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O estado de São Paulo se prepara para ganhar uma nova área de conservação de grande relevância ambiental. Um parque com vasta biodiversidade abrirá ao público em 2026.
Localizado entre os municípios de Cotia e Ibiúna, o espaço promete unir preservação, pesquisa científica e educação ambiental em um dos últimos grandes remanescentes de Mata Atlântica da região.
Um novo refúgio de biodiversidade paulista
O Parque Estadual Morro Grande foi oficialmente criado e ocupará uma área superior a 10 mil hectares. O território abriga uma das florestas mais bem preservadas do cinturão verde paulista.
Estudos indicam a presença de mais de 200 espécies de animais e plantas. Entre elas estão aves raras, árvores centenárias e mamíferos sensíveis à ação humana.
A diversidade biológica é um dos principais destaques do parque. A ocorrência de espécies indicadoras de qualidade ambiental reforça a importância da proteção integral da área.
Além da fauna e flora, o parque preserva corredores ecológicos essenciais. Eles garantem a circulação de animais e o equilíbrio dos ecossistemas locais.
Papel estratégico para a água e o clima
O Morro Grande também exerce função crucial na segurança hídrica. Suas nascentes alimentam o rio Cotia, importante para o abastecimento da Grande São Paulo.
A proteção da vegetação contribui para a regulação do clima regional. A floresta ajuda a reduzir ilhas de calor e a manter a umidade do solo.
A gestão ficará sob responsabilidade da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística. O foco será o uso sustentável aliado à conservação permanente.
Visitação controlada e educação ambiental
A abertura ao público está prevista para o primeiro semestre de 2026. O acesso será planejado para evitar impactos negativos sobre a fauna e a flora.
Trilhas ecológicas e roteiros educativos serão implantados de forma gradual. A ideia é aproximar a população da natureza sem comprometer o equilíbrio ambiental.
Atividades comerciais e exploração econômica não serão permitidas. O modelo adotado prioriza a proteção integral e o uso científico e pedagógico.
Fonte: Correio do Estado




















