Pedágios sobem 4,44% na região de Sorocaba a partir de segunda-feira
Publicado em:
24 de março de 2026 às 14:41:00

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Reajuste de 4,44% atinge rodovias como Castello Branco e Raposo Tavares; aumento é o primeiro desde o início das novas concessões e impacta diretamente a região de São Roque
Motoristas que circulam pelas principais rodovias da região de Sorocaba devem se preparar para gastar mais a partir da próxima segunda-feira (30). Os pedágios terão reajuste de 4,44%, conforme autorização da Artesp.
O aumento afeta trechos importantes administrados pelas concessionárias Ecovias Raposo-Castelo e CCR Rota Sorocabana, incluindo as rodovias Rodovia Castello Branco, Rodovia Raposo Tavares e a Rodovia Castelinho.
Segundo a Artesp, o reajuste corresponde à inflação medida pelo IPCA acumulado entre fevereiro de 2025 e janeiro de 2026. Este também é o primeiro aumento anual desde o início dos novos contratos de concessão, firmados em março de 2025.
Novos valores nas principais praças
Castello Branco (SP-280) — impacto direto para quem sai de São Roque
Itu (km 72,8)Manual: de R$ 12,60 → R$ 13,20
Tag: de R$ 11,97 → R$ 12,54
Castelinho (SP-75) — ligação com Sorocaba
Sorocaba (km 13,3)Manual: de R$ 7,10 → R$ 7,50
Tag: de R$ 6,74 → R$ 7,12
Raposo Tavares (SP-270) — sistema Free Flow na região de São Roque
Nos pórticos sem cabine, o pagamento é automático:
São Roque (km 48,9)Sem tag: de R$ 5,10 → R$ 5,30
Com tag: de R$ 4,84 → R$ 5,03
Sorocaba (km 82,6)Sem tag: de R$ 4,96 → R$ 5,18
Com tag: de R$ 4,71 → R$ 4,92
Araçoiaba da Serra (km 111,8)Sem tag: de R$ 4,20 → R$ 4,43
Com tag: de R$ 3,90 → R$ 4,20
Impacto para a região
O reajuste atinge diretamente moradores de cidades como São Roque, Mairinque, Alumínio e Sorocaba, que dependem diariamente das rodovias para trabalho, estudo e deslocamentos regionais.
Na Rodovia Raposo Tavares, a presença do sistema “free flow” (sem praças físicas) torna o impacto ainda mais frequente, já que a cobrança ocorre por trecho percorrido — o que pode elevar o custo mensal para quem utiliza a via com frequência.
Especialistas apontam que, apesar de o índice seguir a inflação oficial, o acúmulo de tarifas ao longo do trajeto pode pesar significativamente no orçamento de motoristas e transportadores

















