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Júri absolve acusados de participar de chacina em Osasco e Barueri

Publicado em:
27 de fevereiro de 2021 16:06:32
Atualizado em:
30 de novembro de 2022 17:58:13
Júri absolve acusados de participar de chacina em Osasco e Barueri
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[caption id="attachment_31213" align="aligncenter" width="804"] Júri popular absolve acusados de participar da chacina nas cidades de Osasco e Barueri em 2015  (Imagem: Divulgação/TJSP)[/caption]  

Júri realizado na Comarca de Osasco absolveu na sexta-feira, 26, dois acusados de participar de chacina em que foram mortas 17 pessoas. Após cinco dias de julgamento, quando foram ouvidas 24 testemunhas, os jurados consideraram inocentes o ex-policial militar Victor Cristilder Silva Santos e o guarda municipal Sérgio Manhanhã. A juíza Élia Kinosita, da Vara do Júri e Execuções Criminais de Osasco, expediu alvará de soltura.

A chacina aconteceu em 13 de agosto de 2015, em Osasco e Barueri. Esta é a segunda vez que os réus são submetidos a júri. Os primeiros julgamentos foram anulados após recursos das defesas.

Julgamento

Realizado no Fórum Criminal de Osasco, o julgamento durou cinco dias. A previsão inicial era de ouvir 40 testemunhas, sendo quatro comuns, 20 de acusação e 16 de defesa, mas 16 delas foram dispensadas no primeiro dia.

Seis testemunhas foram ouvidas no início dos trabalhos, sendo dois delegados, um capitão da Polícia Militar, duas vítimas sobreviventes e um filho de vítima. Já no segundo dia, 10 pessoas foram ouvidas, sendo quatro de acusação e seis de defesa.

No terceiro dia de júri, as oito testemunhas faltantes foram ouvidas. E, no quarto, os réus foram interrogados, bem como houve debate entre a defesa e os promotores do Ministério Público, em um julgamento que durou pouco mais de 12 horas.

No último dia de julgamento, a promotoria de Justiça, responsável pela acusação, optou por dar início á réplica. Ou seja, continuar em debate por mais duas horas. A defesa, por sua vez, optou pela tréplica e os discursos se estenderam até às 14h30.

Com o término da argumentação entre as partes, os jurados decidiram por absolver Cristilder e Manhanhã, após reunião na “Sala Secreta”. A sentença foi lida pela juíza Élia Kinosita, que julgou o caso.

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