Chegou a hora de ajudar e de aplicar a lei!
Publicado em:
20 de maio de 2019 às 14:49:15
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Estou muito feliz com a minha condição de articulista e colaborador deste jornal. Não é a primeira vez que algumas de minhas matérias conseguiram provocar uma reação em cadeia na cidade. Mas, a que tratei sobre a Praça Albertino de Castro Prestes, a conhecida Praça da Matriz, ainda está rendendo assunto, mesmo sendo veiculada há quase um mês atrás.
Gostaria de parabenizar a GAZETA por mostrar que através do jornal impresso e das redes sociais, consegue ser um veículo que realmente fala e trata de assuntos de interesse do município e desfruta da credibilidade do seu leitor, mostrando que tem sua origem em uma linhagem de jornalistas que, através de altíssimo grau de profissionalismo, já completou mais de um século de imprensa na região. E isso é para poucos, bem poucos!
A ideia de reconquistar a Praça encontrou o devido eco. Foi tema de Editorial; sensibilizou o munícipe; despertou inúmeros comentários positivos pela internet; inspirou uma campanha com a hashtag #gazetaevocênapraça que divulgou fotos de crianças, jovens, adultos e casais apaixonados curtindo a praça. Inspirou até o cidadão indeciso "vou falar, não vou falar...falei!" a se manifestar sobre o assunto e a pedir solução para que a praça volte a ser nossa novamente.
Porém, o mais importante é que de modo bastante sutil o texto conseguiu despertar - e os leitores entenderam e responderam prontamente - o principal motivo que levou o cidadão a deixar de frequentar o local.
Mostrou que existe um problema Social e, quem sabe, de Saúde Pública e de Segurança naquele espaço público. Não foi a primeira vez que fiquei sabendo sobre brigas e discussões entre aqueles que, aos poucos, estão literalmente invadindo a Praça num happy hour sem fim. E como foi possível acompanhar em comentários, algumas pessoas já presenciaram tais cenas! Isso sem contar os "atos de amor explícito", que por ali já ocorreram.
Se vadiagem não é crime, ato obsceno e atentado ao pudor são, como também é o ato de constrangimento. E como tudo isso vem ocorrendo em praça pública, está na hora de providências serem tomadas para que a situação não fuja do controle e algo mais sério venha ocorrer. E algumas medidas já estão acontecendo. Durante a semana fui informado que a Administração Municipal baixou um decreto que proíbe o consumo de bebidas alcoólicas na praça e em algumas ruas próximas, na tentativa de conter a bebedeira desenfreada que vinha ocorrendo. Com certeza é começo, embora algumas pessoas possam não concordar.
Com a sensação de ter prestado um bom serviço à comunidade, encerro pedindo que as autoridades encontrem o melhor caminho para ajudar aqueles que necessitam de atenção médica e psicológica e, a fazer andar na linha quem está convivendo intimamente com o ócio protagonizando cenas que entram em choque com a educação e os bons costumes de nossa gente.
A Praça tem que voltar a ser nossa. E vai voltar!
Edison Pires




















