Vídeo mostra momento em que corretora é atacada por síndico
Publicado em:
19 de fevereiro de 2026 às 14:58:00

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Um vídeo divulgado, nesta quinta-feira (19), pela Polícia Civil de Goiás (PCGO) mostra o momento em que a corretora, Daiane Alves Souza, de 43 anos, foi atacada pelo síndico Cléber Rosa. O registro, segundo a PCGO, estava no celular da vítima, que foi encontrado na tubulação do esgoto do prédio.
Nas imagens, a corretora grava o momento em que vai até o subsolo para tentar religar a energia do apartemento onde morava. Ao encontra a caixa correspondente à residência, ela grita, após ser surpreendida pelo síndico, e a gravação é interrompida.
Investigações
Conforme informações da Polícia Civil de Goiás, as i nvestigações inciaram a partir do momento em que o desaperecimento de Daiane foi registro, em dezembro de 2025.
A corporação salienta que o sumiço da vítima indicava de "natureza não voluntária", pois, a corretora não havia levado objetos pessoas, sem registro de movimentação bancária e o celular deixou de emitir sinais logo após o desaparecimento.
Além disso, o fato da vítima ter o fornecimento de energia cortado, desenhava-se como fato violento.
Após a apuração técnica, testemunhal e pericial, a PCGO decretou a prisão temporária do síndico. Nos depoimentos, de acordo com a polícia, Cléber Rosa teria apresentado versões contraditórias.
“Ele (síndico) estava com luvas nas duas mãos e com a capota [do veículo] aberta. Ele posicionou o carro mais próximo ao local onde pretendia render a Daiane”, explicou o delegado João Paulo Mendes durante coletiva de impresa.
No dia 28 de janeiro, Cléber foi preso definitivamente, mesma data em que o corpo da corretora foi econtrado em uma área de mata, em Caldas Novas.
A PCGO concluiu que Daiane Alves foi morta com dois tiros na cabeça fora do prédio. "A perícia mostrou claramente que qualquer disparo dado seria ouvido na recepção do prédio”, acrescentou delegado André Luiz Barbosa.
Daiane entrou com um processo no ano passado contra o condomínio onde morava após ter o fornecimento de energia interrompido no dia 4 de junho de 2025, mesmo sem qualquer pendência financeira.
Após contatar a empresa de energia, ela descobriu que não tinha nenhum débito em seu nome. Nesse momento, ela procurou a administração do cond.



















