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Páscoa movimenta setor de presentes e decoração

Publicado em:
13 de março de 2024 18:53:00
Atualizado em:
13 de março de 2024 18:55:00
Páscoa movimenta setor de presentes e decoração
Divulgação
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Procura por produtos personalizados e pelúcias também aquece o setor, que é dominado pelo chocolate; comércio estima crescimento de 4,5% em relação a 2023

O comércio está animado com a chegada da Páscoa, que deve ser mais recheada neste ano. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor deve crescer 4,5% em comparação com o mesmo período de 2023.


A data não aquece apenas as vendas nas docerias, confeiteiras e supermercados. Outros setores, como o de presentes e decoração, também estimam crescimento nesse período, afinal, a páscoa não é feita apenas de chocolates.


Célio Júnior, gerente da Papelaria e Livraria Pedagógica, em Sorocaba, comenta que neste ano, a expectativa da loja é atingir a marca de 10% de aumento no faturamento, em relação ao ano passado.


Este crescimento é estimulado pelas pessoas que preferem presentear com pelúcias ou, até mesmo, confeccionar o próprio presente, como cestas e caixas, por exemplo. “Já notamos um aumento na procura por materiais de embalagens e pelúcias para quem quer produzir ou incrementar o presente”, afirma o gerente.


Além do público que busca inovar no presente, o segmento também busca atrair pessoas que optam por não presentear com ovos de chocolate, seja pelo valor ou por alguma restrição alimentar, por exemplo.


“O mercado traz diversas opções de presentes e para todos os bolsos. As pessoas podem optar por cestas com bombons; canecas personalizadas e recheadas de doces; ou mesmo pelúcias. São produtos com um preço menor e que acabam atraindo as pessoas que precisam investir em vários presentes”, afirma.


Outro ponto que impacta na escolha dos presentes de páscoa é o aumento dos preços dos ovos de chocolate. Segundo a Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), os ovos, dependendo do peso e da marca, estão até 15% mais caros, reflexo do déficit da produção do cacau, que diminuiu 11% nesta safra, segundo a Organização Internacional do Cacau (ICCO, na sigla em inglês).

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