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A tendência é o setor imobiliário se expandir no interior dos estados após a pandemia, diz José Maurício Caldeira, da Asperbras

Publicado em:
17 de agosto de 2020 12:59:57
A tendência é o setor imobiliário se expandir no interior dos estados após a pandemia, diz José Maurício Caldeira, da Asperbras
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[caption id="attachment_15663" align="aligncenter" width="1375"] Condomínio Adisa Birigui I, da Abitte Urbanismo. Foto: Divulgação[/caption]

Segundo José Maurício Caldeira sócio da empresa Asperbras, empresa do ramo imobiliário, dize que por conta da popularização do home office nesses tempos de pandemia, as cidades menores com boa estrutura urbana ficaram mais atraentes e passaram a despertar a atenção do mercado.

A procura maior é concentrada em imóveis nas cidades com mais de 100 quilômetros de distância da capital paulista, o que resultou em um aumento de 340% na comparação entre janeiro (antes da pandemia chegar ao Brasil) e maio, quando as medidas de isolamento já haviam sido amplamente adotadas no país, segundo um levantamento do Grupo ZAP.

Na cidade de Nova York, nos EUA, uma das cidades mais atingidas pelo novo coronavírus, já há notícias sobre a tendência de êxodo urbano, com a saída de pessoas para outras cidades mais baratas e consideradas mais seguras, já que o vírus torna os grandes centros mais vulneráveis por conta da maior densidade populacional. Migrações também têm ocorrido em vários países na América Latina.

Segundo especialistas, podem haver mudanças no conceito de cidade que tende a ser revisto, com a Covid-19 ajudando a influenciar movimentações populacionais e a acelerar um fenômeno de êxodo urbano, que já se insinuava com a revolução tecnológica. “O interior de São Paulo oferece muitas oportunidades que atendem à atual tendência de busca por qualidade de vida”, ressalta José Maurício Caldeira.

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