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Por que não a paz? - Ana Rafaela

Publicado em:
2 de dezembro de 2019 às 14:35:47
Por que não a paz? - Ana Rafaela
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Que tal nesta semana falarmos sobre um lugar que está bem longe de nós e que não vê a paz há um bom tempo? O lugar é Israel, a região que vive em conflito interno entre árabes e judeus desde 1948. A área é extremamente importante politica e culturalmente por compreender a cidade de Jerusalém, região sagrada mencionada tanto na Bíblia (judaísmo) como no Alcorão (islamismo). Conflitos armados e atos de extremismo e terrorismo são frequentemente vivenciados na região, deixando mortos e feridos, entre crianças, jovens, adultos e idosos. A guerra não poupa ninguém. A disputa territorial começou após a partilha da palestina realizada pela ONU em 1947, na qual os judeus ficaram com 57%, enquanto os árabes ficaram com 43%. A capital Jerusalém pertenceria a ambos, mas seria administrada pela ONU. No ano seguinte (1948), foi fundado então o Estado de Israel, que não agradou aos árabes. Em 1977, a ONU instituiu o Dia Internacional de Solidariedade ao Povo Palestino, data celebrada em 29 de novembro com a intenção de chamar a atenção mundial para a situação da Palestina que até hoje não foi solucionada. Mesmo não tendo fronteiras fixas, a Palestina tem um território, um governo e uma população, que são os critérios do direito internacional para o reconhecimento de um Estado, já sendo reconhecida como Estado soberano por mais de 100 países. Entretanto, o povo palestino ainda não conseguiu ver seus direitos consumados. Muitos civis inocentes morrem ou ficam com sequelas da expansão violenta de Israel todos os anos. Por esse motivo a data é importante, não só para os palestinos que continuam vivendo (ou sobrevivendo a cada dia) na região, mas também para os palestinos refugiados, que vivem o sonho de, algum dia, poderem ver sua nação vivendo em paz e terem a oportunidade de voltarem para a sua terra. Aproveito a discussão sobre a Palestina para esclarecer a importância de um país e de um povo abrir suas fronteiras e seus braços para povos refugiados. Ninguém foge da própria nação ou abandona seus sonhos e sua vida construída com tanto esforço por um motivo fútil qualquer. Nesses momentos, a empatia precisa ser maior que qualquer outro sentimento. “Não é possível apertar as mãos com os punhos fechados.” (Golda Meir).

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